O site da Fisioterapia em Manaus

Vídeo da clínica de reabilitação funcional de Manaus

domingo, 26 de julho de 2009

A Fisioterapia brasileira


Recentemente ao ler uma entrevista que citava com propriedade inúmeros desportistas e médicos do Brasil, deparei-me com uma situação no mínimo inusitada.

Uma afirmativa entre estas sumidades era consensual: “ A fisioterapia brasileira é uma das melhores do mundo”.

Não havia até o presente momento pensado nesta situação, afinal que diferença faria ser o Brasil o local onde a fisioterapia é realizada com maior propriedade no mundo?

Poderia de fato, ter sido uma afirmação a esmo e falada por grandes nacionalistas sem qualquer teor ou embasamento teórico-científico.

Mas cá entre nós, em nosso país nos degladiamos com outras profissões em busca do espaço há muito alcançado. Lutamos constantemente para embasar nossa terapêutica. Lidamos diariamente com a descrença e por muitas vezes o escárnio de alguns colegas da área da saúde. Seja em qualquer área onde a fisioterapia se faça presente, sempre parece haver uma barreira intransponível diante de nossos olhos.

Entretanto, diante destas dificuldades inerentes ao dia-a-dia de nossa profissão, nos tornamos mais fortes, mais profissionais e quem sabe mais coesos enquanto entidade ou classe.

Diferente de outros países onde a fisioterapia é um curso técnico e coadjuvante ao atendimento médico, aqui gozamos de autonomia plena para exercermos nossas profissões.

Ao longo dos anos, temos alcançado vitórias que nos garantem certa credibilidade junto a mídia nacional e internacional. A nossa parca tecnologia nos forçou sobremaneira a encontrar formas variadas de lidar com problemas rotineiros seja pela falta de material ou pela falta de capacitação.


Sim, de fato nos tornamos mais fortes e maduros enquanto profissão.

Dentro da fisioterapia desportiva nos tornamos sumidades. Reabilitamos com qualidade e propriedade. Na fisioterapia intensiva, demonstramos através de nossa capacitação que imperioso é o fato de termos um espaço cada dia mais relevante na recuperação dos enfermos mais graves. Na fisioterapia oncológica, prática extremamente recente, a busca pela qualidade de vida nos torna eminentes.

Concluindo, pouco na verdade importa se somos de fato a melhor fisioterapia do mundo, isto é irrelevante. O que realmente interessa é o quanto somos imprescindíveis para o nosso cliente, suas história e sua consideração pelos nossos feitos.

Que não percamos nossa constante capacidade de adaptação às dificuldades a nós apresentada, que não deixemos de lado nosso ideal de nos fazermos presentes em toda e qualquer área da saúde. Que não percamos jamais nossa terna humildade de saber que o caminho a ser percorrido é duro e que exige de cada um de nós, fisioterapeutas, a excelência e o profissionalismo extremos.


Daniel Xavier

Mestre em fisioterapia neuromuscular

Mestre em fisioterapia intensiva

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Protocolos de reabilitação pós-cirurgia de Ligamento Cruzado Anterior



Protocolos de reabilitação pós-cirurgia de Ligamento Cruzado Anterior


Na fase de reabilitação pós-cirúrgica, podem ser utilizados 2 tipos de protocolos diferentes. O Protocolo normal que visa a recuperação do joelho do paciente não atleta, ou de pacientes do sexo feminino, e o protocolo acelerado de reabilitação do joelho para pacientes atletas com a intenção de recuperá-lo em menor tempo, retornando assim a sua atividade profissional mais rapidamente possível.





Os protocolos serão descritos abaixo:

Protocolo Normal de Reabilitação do joelho
1º ao 3º dia - pós-operatório

- Mobilização passiva da patela
- ADM a 90º brace em extensão
- Marchas com muletas sem apoio
- Crioterapia no joelho.


4º ao 14º dia

- ADM 0º até o suportável
- Exercícios isométricos sem carga
- Exercícios isotônicos de quadril e tornozelo com carga progressiva
- Exercícios ativos livres (flexo-extensão)
- Criocinética

3ª semanas

- ADM 0º a 120º
- Retirada do brace
- Propriocepção sem descarga de peso (sentado)
- Alongamentos leves
- Exercícios isométricos de joelho com carga progressiva
- Exercícios isotônicos de quadril com carga
- Exercícios isotônicos de tornozelo

4ª semanas

- ADM normal
- Piscina terapêutica
- Propriocepção com apoio bipodal em solo estável
- Marcha com apoio total (após 21 dias)

1º ao 2º mês

- Propriocepção com apoio unipodal em solo estável evoluindo para instável
- Bicicleta estacionária com carga gradual
- Exercícios isotônicos de joelho com carga progressiva


2º ao 3º mês

- Marcha na esteira com inclinação
- Propriocepção com apoio unipodal em solo instável
- Step com resistência gradual


3º ao 4º mês

- Propriocepção avançada
- Trote sem mudança de direção
- Natação
- Mecanoterapia com carga gradual e baixa ADM

4º ao 6º mês

- Propriocepção específica para o esporte, Saltos,
- Reforço muscular global intensivo
- Corrida com mudança de direção
- Nova avaliação isocinética
- Alta ambulatorial

6º ao 8º mês

- Reabilitação especial para retorno a atividade esportiva
- Treinamento específico
- Condicionamento físico
(GOULD III, 1993)


Protocolo acelerado reabilitação para reconstrução do ligamento cruzado anterior

1º dia de PO

- Mobilização passiva de O a 90º graus
- Brace em extensão completa
- Apoio na marcha tanto quanto tolerado (sem muletas)

2º ao 4º dia

- extensão total
- apoio total sem muletas

7º ao 10º dia

- alongamento de isquiostibiais
- flexão ativo assistida
- retirada gradual brace
- Caminhar

2ª a 3ª semanas

- Mobilização passiva de 0 a 110 graus
- Fortalecimento gastrocnêmico, sóleo
- Atividades com carga

5ª a 6ª semanas

- Mobilização passiva de 0 a 130 graus
- Avaliação isocinética
- Início de corridas leves, pular corda, exercícios de agilidade

10ª semanas

- Mobilização passiva total
- Exercícios de agilidade
- Atividades esportiva específicas¨

Treinamento específico

- Condicionamento físico

4º a 6º mês

- Retorno à atividade esportiva
(GOULD III, 1993)


Mais informações: www.fisioterapiamanaus.com.br

domingo, 19 de julho de 2009

Clínica de fisioterapia em Manaus

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FLAP® ― FLEXO-EXTENSOR ATIVO E PASSIV0 DE JOELHO E QUADRIL ESTE EQUIPAMENTO DE EXCLUSIVIDADE FOI FABRICADO PARA OTIMIZAR A RECUPERAÇÃO DOS PACIENTES SUBMETIDOS A CIRURGIAS DE JOELHO E QUADRIL. QUE NECESSITAM DE MOBILIZAÇÃO NO LEITO OU NA CLINICA DE REABILITAÇÃO.

SEU SISTEMA É MECÂNICO E POSSUI TRÈS NIVEIS DE APLICAÇÃO:

1- O FISIOTERAPEUTA AUXILIA O MOVIMENTO ATRAVÉS DE FORMA PASSIVA.

2- O PACIENTE EXECUTA O MOVIMENTO DE FORMA ATIVA SEM RESISTÊNCIA.

3- O PACIENTE EXECUTA O MOVIMENTO ATRAVÉS DE FORMA ATIVA E COM RESISTÊNCIA.

NAS DUAS PRIMEIRAS FORMAS O CARRO DESLIZA LIVREMENTE, COM BAIXA RESISTÊNCIA, E SE DESTINA AOS QUADROS AGUDOS E/OU SUBAGUDOS DA PATOLOGIA.



A POSIÇÃO DO PACIENTE NO LEITO CONTROLA O ÂNGULO DE FLEXO-EXTENSÃO DO JOELHO E QUADRIL, ORIENTADO PELO FISIOTERAPEUTA.

NA TERCEIRA FORMA HA A RESISTÊNCIA DE UMA MOLA DE MÉDIA RESISTÊNCIA QUE E INDICADA NOS CASOS EM QUE A AGUDEZ É MENOR OU NA NECESSIDADE DO INÍCIO DE MOBILÏDADE COM CONTRAÇÃO MUSCULAR MAIS EFEFIVA.

A POSIÇÃO DO PACIENTE NO LEITO CONTROLA 0 ÅNGULO DE FLEXO EXTENSÃO DO JOELHO , ORIENTADO PELO FISIOTERAPEUTA.


www.fisioterapiamanaus.com.br

domingo, 12 de julho de 2009

Reabilitação do joelho

Inovações no tratamento para reabilitação de joelho

CPD – Circuito proprioceptivo diferencial

Nas fases da reabilitação de lesões do joelho, o tratamento proprioceptivo, o equilíbrio e a coordenação são imprescindíveis para a preparação da articulação para seu pleno desenvolvimento funcional, para tanto dispomos em nossa clínica dos recursos mais inovadores existentes hoje no mercado.


As quatro placas de CPD fornecem ao fisioterapeuta inúmeras possibilidades na abordagem de tratamentos proprioceptivos, de coordenação e equilíbrio de membros inferiores;
O *CDP *foi projetado para estimular os vários graus de movimento do antepé e equilíbrio corporal durante a marcha;

Cada obstáculo fornece um determinado tipo de situação biomecânica ao(s)membro(s) afetado(s) e o fisioterapeuta saberá direcionar o paciente à aqueles que geram um trabalho mais específico;

** Propriocepção - foi o termo cunhado por Charles Sherrington para a capacidade em reconhecer a localização espacial do corpo, sua posição e orientação, a força exercida pelos músculos e a posição de cada parte do corpo em relação às demais, sem utilizar a visão. Este tipo específico de percepção permite a manutenção do equilíbrio e a realização de diversas atividades práticas. Resulta da interação das fibras musculares que trabalham para manter o corpo na sua base de sustentação, de informações táteis e do sistema vestibular, localizado no ouvido interno, responsável pelo equilíbrio.



Mais informações: http://www.fisioterapiamanaus.com.br/

sábado, 11 de julho de 2009

Dor nos joelhos


POR QUE MEU JOELHO DÓI NO FRIO?

Muitas pessoas sentem dores nas articulações quando a temperatura do ambiente diminui, no entanto não sabem porque isso ocorre.


Isso pode ser explicado basicamente por dois fatores. O primeiro, está relacionado com a alteração das propriedades físicas dos fluídos que compõem o corpo humano. Por exemplo o líquido que lubrifica as articulações (sinovial) fica mais espesso, dificultando o deslizamento articular, causando mais desconforto doloroso em pessoas portadoras de osteoartrose.


O segundo, está relacionado com os mecanismos que o próprio corpo desenvolve para tentar diminuir o efeito do frio sobre o nosso organismo. Aqui se enquadram as contrações musculares rápidas e involuntárias (tremores) que buscam produzir mais calor e têm como conseqüência a tensão e fadiga muscular e sobrecarga nos tendões.


O aumento da taxa metabólica para aumentar a produção interna de calor exige um maior consumo de energia, o que também leva à fadiga, caso a pessoa não se alimente corretamente (por isso a fome aumenta no inverno). Ao mesmo tempo, a redução do fluxo sanguíneo na superfície do corpo (mãos e pés ficam gelados) para evitar a perda de calor, diminui a oferta de oxigênio para os tecidos, dificultando a agilidade e a potência da musculatura.


Um programa de atividades físicas específicas no tempo frio, pode otimizar a irrigação sanguínea, aumentar o controle muscular (propriocepção) e a flexibilidade. Na Fisioterapia Yeda Bellia, o treino no Power Plate ajuda a aumentar a circulação sanguínea em até 70%, além de melhorar a propriocepção com risco mínimo de lesão.


O Laser também permite o aumento da irrigação sanguínea no ponto doloroso, mesmo em casos crônicos. Ajuda no alívio da dor e do edema na articulação. Pode ser utilizado em casos de artrite reumatóide, osteoartrite, bursite, neurite e espasmos musculares.
http://www.yedabellia.com.br/textos/porque_meu_joelho_doi_no_frio.php