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Vídeo da clínica de reabilitação funcional de Manaus

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sábado, 27 de novembro de 2010

A Fisioterapia intensiva na Hipertensão Intracraniana

A Fisioterapia intensiva na Hipertensão Craniana

A hipertensão intracraniana (HIC) é a síndrome clínica resultante do aumento da pressão intracraniana (PIC). No ambiente de UTI, se faz necessário de uma equipe multiprofissional em constantes atualizações e reciclagens tendo em vista um melhor tratamento para esses pacientes, pois é de extrema importância o conhecimento da patologia, para buscar o diagnóstico e a terapêutica, precoce e adequada, prevenindo assim o surgimento de lesões secundárias.

A pressão intracraniana é resultante da soma de três volumes que ocupam um total entre 1000 ml e 1600 ml que se distribuem da seguinte maneira:

• 70% de componente parenquimatoso (tecido Nervoso);
• 23% componente licórico e água extravascular;
• 7% de componente vascular.

Quando ocorre um aumento de um dos componentes, causam um efeito de massa responsável por compressões e deslocamentos denominadas de hénia encefálica.

A hipertensão intracraniana constitui um evento comum entre traumatismos cerebrais agudos graves, lesões tumorais (Neoplasias, abscessos, hematomas, cistos congênitos, granulomas) e hidrocefalia. Como a HIC está relacionado a fenômenos compressivos e isquêmicos, ocorrerá uma interferência no fluxo sanguíneo cerebral (FSC), pela diminuição da pressão da perfusão cerebral (PPC), causada pelo aumento da PIC, ou seja, a elevação da PIC acarreta a diminuição da PPC, que, por sua vez, diminui o FSC. Por esse motivo, a HIC é uma urgência neurológica e a ventilação mecânica se torna imprescindível, protegendo as vias aéreas, permitindo a sedação e evitando a hipoxemia e a hipercapnia.

Para melhor controle da HIC são realizadas algumas monitorizações neurológicas como:

Monitorização da PIC: consegue detectar o quanto antes a elevação da PIC, sua monitorização é intraventricular, permitindo a drenagem de líquor no controle da HIC, seu valor tolerável é de até 20 mmHg, podendo ser utilizado o seguinte critério:

• PIC ≤ 10 mmHg: Normal
• PIC 10 e 20 mmHg: levemente aumentada
• PIC 21 e 40 mmHg: moderadamente aumentada
• PIC acima de 40 mmHg: gravemente aumentada

Fluxo Sanguíneo Cerebral (FSC): o cérebro possui 2 a 3% do peso corporal, mas necessita de 20% de todo O2 consumido pelo organismo, e essa demanda é atendida pelo FSC que irá variar em função da PPC e do RVC sendo calçudo da seguinte maneira:
FSC = PPC / RVC

Sendo FSC inversamente proporcional a RVC e diretamente proporcional a PPC.
Pressão de Perfusão Cerebral (PPC): é o gradiente pressórico que há entre a Pressão Arterial Media (PAM) e a Pressão Intracraniana (PIC), que deverá ser mantida ≥ a 70 mmHg para que aja uma perfusão sanguínea adequada no SNC, sendo calculado da seguinte maneira:

PPC = PAM – PIC

 Extração Cerebral de Oxigênio (ECO2) e Consumo Cerebral de Oxigênio (CCO2): a taxa de ECO2 avalia a relação entre o CCO2 e o FSC, ou seja, a oferta de oxigênio e o consumo cerebral. A ECO2 é a diferença arteriojugular das saturações de oxiemoglobina, com medida de sangue arterial geralmente obtida pela artéria radial (SaO2) e sangue venoso cerebral obtido do bulbo jugular (SjO2), utilizando esta formula:

ECO2 = SaO2 – SjO2

As faixas normais de variação da ECO2 é de 24 a 42% em adultos e 17 a 35% em crianças e da SjO2 é de 55 a 69% em adultos e 62 a 76% em crianças.
A manutenção terapêutica da ECO2 normal ou próximo do normal se associa significativamente a uma melhor evolução neurológica.

Capnometria: permite a monitorização continua do CO2 exalado por meio de um sensor adaptado a cânula de entubação, em geral o paciente deve ser mantido com PaCO2 em torno de 35 mmHg, pois a hiperventilação prolongada deverá ser evitada pelo risco de induzir isquemia cerebral por queda FSC.

Durante o período de controle da HIC, se prefere o uso da ventilação assisto- controlado modo volume controlado, para obter um maior controle do volume corrente e das modificações do FSC ocorridas pelas alterações na PaCO2, decorrentes da hipo ou hiperventilação.

Para controle da PaCO2 são necessários ajustes do Volume-minuto por meio das alterações do volume corrente/pressão inspiratória e/ou freqüência respiratória do paciente, devendo-se ter cuidado evitando elevadas freqüências respiratórias, para que não haja o auto-PEEP. Sendo também conveniente manter a saturação de O2 aproximadamente na faixa entre 96% a 98% ajustando assim, a fração inspirada de O2 juntamente com a PEEP, adequada à situação respiratória em questão, e que a utilização de PEEP elevadas, demonstram pouca influencia na PIC e complacência cerebral.

O principal objetivo dos cuidados no paciente neurológico é evitar a injuria secundaria, mantendo estabilidade hemodinâmica, metabólica, e respiratória, com o intuito de manter uma adequada oferta de oxigênio e de nutrientes ao tecido cerebral.

Especializandos: Isane Farias e Lissiane Tavares.
Orientação: Daniel Xavier.

www. sobratimanaus.com

domingo, 12 de setembro de 2010

Sala de aula virtual -SOBRATI/MANAUS


Inovando sempre, o curso de especialização em fisioterapia intensiva da Sobrati/Manaus, disponibilizou para seus especializandos a sala de aula virtual baseada no conceito A.V.A-Ambiente virtual de aprendizado.

Neste ambiente interativo, está disponibilizado informações de interesse ao curso, provas on-line, material didático disponibilizado pelos professores, tutores e preceptores, calendário de distribuição de atividades e grupos , cronograma de provas, apresentação de trabalhos, postagem de comentários, chat entre outros.

Uma outra ferramenta é a possibilidade da realização de cursos de interesse específico como Suporte básico de vida, ventilação mecânica, fisiologia e fisiopatologia pulmonar, tudo em um ambiente virtual, onde o complemento destas atividades como a carga prática será realizada em um dos nossos hospitais conveniados.

Para ter acesso ao ambiente virtual da especialização em fisioterapia intensiva da sobrati/manaus, basta acessar a página www.sobratimanaus.com e clicar em sala virtual; os especializandos terão livre acesso à pagina e aos conteúdos.

domingo, 15 de agosto de 2010

Fisioterapia Intensiva inova com a Prancha Ortostática

Fisioterapia Intensiva inova com a Prancha Ortostática

Fisioterapia Intensiva inova com a Prancha Ortostática

Fisioterapia Intensiva inova no Hospital Daher

A Prancha Ortostática é a grande novidade do Hospital Daher. Adquirida pela Med Fisio em dezembro de 2008, chegou ao Hospital em janeiro deste ano. Seu uso em pacientes de unidade de terapia intensiva melhora as condições do sistema respiratório, circulatório além de evitar o agravamento de deformidades, conhecidas como pé equino. Ela está sendo utilizada em pacientes que têm alguns estímulos, como a abertura ocular, estímulos dolorosos, entre outros. A Prancha eleva os pacientes que estão há mais de cinco dias em ventilação mecânica, ocasionando a melhora de trocas gasosas (ventilação/perfusão).

Em Brasília a Prancha já é usada em pacientes paraplégicos e tetraplégicos, mas para reabilitação em pacientes de UTI é pioneira na cidade. Nem todos os pacientes estão aptos a utilizar a Mesa ortostática. A Med Fisio é especializada em fisioterapia hospitalar intensiva e atua no Daher desde 2002. Os fisioterapeutas Dr. Arllen Junqueira e Dr. Raimundo Soares da Med Fisio foram idealizadores na aquisição da Prancha para a UTI do Hospital. A idéia surgiu em 2006 quando um estudo sobre a Mesa Ortostática foi apresentado em São Paulo, no Simpósio Internacional de Ventilação Mecânica do Hospital Nossa Senhora de Lourdes, pelo consagrado fisioterapeuta Dr. Joaquim Vega. Posteriormente veio a Brasília também em 2007, a convite do Fisioterapeuta Dr. Arllen, que mostrou encantado pelo tema, para participar do I Simpósio Fisioterapia em UTI, realizado pela Med Fisio com apoio do Hospital Daher.

Em setembro de 2008 os coordenadores da UTI, Dr. José Ribamar Frazão e Dra. Keilah Campos, foram consultados sobre a viabilidade da utilização da Mesa no Hospital. “Os estudos apresentados comprovaram que a Mesa seria uma grande aquisição para o Daher”, confirmou Dr. Junqueira.

A Mesa Ortostática é motorizada e tem a aparência de uma maca, possui rodas e todos os seus movimentos são controlados por controle remoto. Há faixas para fixação do paciente à Prancha e uma espécie de tábua na sua parte inferior, local onde o paciente apoia os pés. A Prancha possui uma régua de graus e é elevada até 90°. Os fisioterapeutas precisam seguir um protocolo, e monitorizar os dados três vezes a cada ida do paciente à Mesa, ficando por 40 minutos em elevação de 75°.

“Ainda não sabemos ao certo se vamos elevar os pacientes uma ou duas vezes ao dia, precisamos fazer alguns estudos e dentro de seis meses teremos resultados mais concretos, sabemos que há uma evolução no desmame ventilatório e consequentemente uma redução do tempo de internação nos pacientes críticos, além de vários outros fatores benéficos”, confirma Dr. Arllen. Alguns dos dados analisados são: frequência cardíaca e respiratória e pressão arterial. Fisioterapeutas, médicos e enfermeiros estão muito animados com os resultados que a Mesa Ortostática trará para o Hospital Daher.

Mesa Ortostática

UTI Hospital Daher

Fisioterapeuta Dr. Arllen Junqueira

Benefícios: diminuição do tempo de ventilação mecânica, melhora de trocas gasosas (ventilação /perfusão), repercussão neurológica (melhora do glasgow), repercussão cardio-vascular, repercussão músculo esquelética, correção de distúrbios dos membros inferiores, estimulação de reflexos posturais, correção de deformidades (pé eqüino), estimulação propriceptiva, com contato do pé e o apoio da prancha.

Contra-indicações: pacientes que não respondem a vários estímulos (glasgow >

A especialização em fisioterapia intensiva da SOBRATI MANAUS, procurando sempre proporcionar o que há de mais atual em fisioterapia intensiva, aos especializandos e principalmente uma melhoria na prestação de serviços intensivos aos pacientes por nós atendidos, em breve estará disponibilizando o uso da prancha ortostática dentro da Unidade de Tratamento Intensiva.

Primeiramente, a FCECON será contemplada com a prancha ortostática para que verifiquemos sua real viabilidade no emprego à pacientes críticos, postariormente, todos nossos hospitais conveniados como Hospital 28 de Agosto, Fundação de Medicina Tropical e Hospital Platão Araújo, serão contemplados.

www.sobratimanaus.com

sábado, 14 de agosto de 2010

Especialização em fisioterapia Intensiva em Manaus

Especialização em fisioterapia Intensiva em Manaus

Dr. Rafael Malezan, Dr.Daniel Xavier, Dra.Lilian Merini e Dr.Nilander Franco


Com o intuito de fortalecer nossa equipe de profissionais buscando sempre o melhor corpo docente para a especialização em fisioterapia intensiva, recebemos na condição de alunos especiais e professores do curso, a Dra. Lilian Merini Regini, professora e coordenadora da UFAM-Universidade Federal do Amazonas de Coari e o professor Dr. Rafael Malezan, reconhecidamente um dos melhores profissionais de Manaus e professor da Uninorte e da UEA.

Diante do crescimento e do reconhecimento da especialização em fisioterapia intensiva como uma das mais completas da cidade de Manaus, temos formado uma equipe coesa e com os profissionais extremamente qualificados para comporem nosso quadro de professores e parceiros.

Dispomos aos nossos especializandos uma carga horária e grade curricular que somam 1.200 horas/aula, onde inovando nas especializações existentes na cidade de Manaus, a metade desta carga será de caráter prático a serem realizadas em uma das Instituições conveniadas como: FCECON, Hospital 28 de Agosto, Hospital Platão Araújo e Fundação de Medicina Tropical.

Viemos com a SOBRATI, um grupo sólido com mais de dez anos na formação de intensivistas, com o intuito de formar profissionais altamente capacitados para o exercício da fisioterapia intensiva. Não temos a intenção de segmentar a profissão, mas sim agregar de forma a não desmerecer nenhuma outra pós-graduação, seja ela co-relata ou não.Tratamos com ética e profissionalismo não só nossos especializandos mas todos os profissionais da cidade de Manaus e o nossso sucesso é a maior resposta e prova de um trabalho ético, profissional e verdadeiramento voltado apenas para o crescimento da fisioterapia na região norte.

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Fisioterapia oncológica para a graduação


Prefácio

A vida humana é um bem precioso de valor inestimável. A saúde, um meio que permite que esta seja desenvolvida em sua total plenitude. Indissociáveis, juntas carregam uma idéia real de possibilidades e realizações.

O câncer é devastador! Não só para a pessoa objeto como para seus familiares. O sentido de plenitude imediatamente é perdido e os sonhos de realizações abandonados.

O paradigma câncer-morte, ainda incrustado em nossa prática médica atual, aos poucos vem sendo abandonado. Os avanços técnico-científicos de nossa era, por ora, jogam em nosso favor e garantem ao paciente oncológico uma esperança, mesmo que tênue, da tão almejada cura.
Neste contexto, a fisioterapia oncológica ganha espaço na medida em que garante a qualidade de vida e a dignidade ao portador da enfermidade oncológica.

A labuta por vezes é ingrata, mas os resultados sempre gloriosos. Fazer parte de um corpo de cuidadores que lidam diariamente com os conceitos tão peculiares à condição humana como os conceitos de vida e da morte, da esperança jamais abandonada e da superação constante, moldam nosso caráter e promove o crescimento pessoal e profissional.

À fisioterapia oncológica, cabe essencialmente, a tarefa de prevenir, manter e promover condições previamente perdidas, entretanto, nosso maior mérito consiste em garantir a dignidade do ser humano.

Este livro é dedicado inteiramente a todos àqueles guerreiros que lutam constantemente pela superação e pela vida, onde o embate ultrapassa nossas possibilidades de compreensão.
Aos pacientes oncológicos, meu mais sincero sentido de gratidão e apreço pelos ensinamentos diários e pela oportunidade de acompanhar suas lutas, decepções e histórias.

Daniel Xavier

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

domingo, 13 de dezembro de 2009

1º especialização em fisioterapia intensiva de Manaus


Especialização em Fisioterapia Intensiva - Manaus 2010
Apresentamos a 1º Especialização em Fisioterapia Intensiva de Manaus a ser realizada com início em Abril de 2010.
Compondo sua grade curricular temos 416h/aula de caráter teórico, 416 h/aula de caráter prático, a ser realizado dentro do ambiente hospitalar em UTI e 108h/aula de aulas aos sábados o que confere a esta especialização como sendo uma das mais completas na formação do fisioterapeuta intensivista.
Com a chancela da SOBRATI-Sociedade Brasielira de Terapia Intensiva, garantimos a confiabilidade e credenciais necessários para formarmos a primeira turma de especialistas em fisioterapia intensiva da região norte do país.

Nosso site: www.sobratimanaus.com.br

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

ACISO - Abrigo Moacir Alves Manaus/AM




ACISO, segundo o Boletim do Exército, é uma das formas pelas qual a instituição militar presta assistência às comunidades carentes.

Na presente data, sob a coordenação da 12º Região Militar, o Abrigo Moacir Alves, entidade filantrópica que presta assistência à crianças deficientes da cidade de Manaus, foi contemplada por ações de cunho assistencial em saúde.


1º Ten Xavier, chefe do setor de fisioterapia do HGeM com o fisioterapeuta do AMA, Flaudemir


Como uma das maiores deficiências e necessidades da entidade é a reabilitação das crianças especiais, esteve presente na pessoa do 1º Ten Xavier, o serviço de fisioterapia do HGeM-Hospital Geral de Manaus.

A partir deste contato inicial, o exército brasileiro na pessoa do 1º Ten Xavier, Chefe do setor de fisioterapia do HGem, firmam convênio de prestação de serviços em fisioterapia neurofuncional.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Fisioterapia Intensiva: Nova Especialidade e Modelo Educacional

Fisioterapia Intensiva: Nova Especialidade e Modelo Educacional

Autor: Douglas Ferrari Co-Autores: André Luciano Pinto, Rodrigo Tadine, Silvio César Autílio.

FISIOTERAPIA INTENSIVA

A Fisioterapia dedicada ao paciente crítico tem seu início no mundo na década de 1950 com a crise da poliomielite .

( UTI em 1955 com utilização do pulmão de aço - Boston )

Inicialmente tinha seu enfoque na assistência ventilatória com manuseio dos ventiladores não invasivos chamados de pulmão de aço ( Iron Lung ). Após este período, vem sido incorporada ao atendimento dos pacientes principalmente no aspecto respiratório, a chamada fisioterapia pneumo-funcional, e a neurológica então neuro-funcional. Em 2001, o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional ( COFFITO ) reconhece os primeiros cursos de Fisioterapia Intensiva no Brasil, dando início a conceituação moderna da atuação do fisioterapeuta intensivista, este com atuação exclusiva nas unidades de Terapia Intensiva e Semi-Intensiva.

Douglas Ferrari, Presidente da SOBRATI descreve em 2000 o Primeiro Projeto pedagógico Oficial e nome da Especialidade: Fisioterapia Intensiva

As Unidades de Terapia Intensiva transformaram-se em serviço especializado de caráter multiprofissional o qual englobou o fisioterapeuta no aspecto de diagnóstico, tratamento e prevenção. Nesta nova perspectiva há necessidade de transformar o profissional, oferecendo-lhe conhecimento teórico e prático para poder oferecer assistência com qualidade e interferir para o bom prognóstico e qualidade pós-internação. Portanto a formação específica em Fisioterapia Intensiva é fundamental e necessária para introduzir o fisioterapeuta definitivamente no tratamento do paciente crítico.

O crescimento da complexidade aliado ao desenvolvimento tecnológico na atenção ao paciente criticamente doente exige uma formação profissional aprofundada, reflexiva e crítica que permita ao fisioterapeuta desenvolver ações assistenciais que o permitam superar os desafios clínicos e funcionais dos pacientes, os quais apresentam quadros clínicos flutuantes, exigindo uma maior complexidade nos processos diagnósticos e terapêuticos de tomadas de decisões.

A assistência ventilatória do paciente crítico, a monitorização ventilo-respiratória, a prevenção dos efeitos decorrentes do repouso prolongado no leito, assim como a atenção dos distúrbios e lesões musculoesqueléticos, neurofuncionais, metabólicos e cardiovasculares imprimem uma gama de conhecimentos que transcende a Fisioterapia Pneumofuncional, apontando para a necessidade do treinamento na área de Fisioterapia Intensiva, especialidade de maior nível de complexidade e que, se devidamente administrada proporciona melhora significativa de indicadores de qualidade assistencial, tais como: morbidade, mortalidade e taxa de permanência, representando ganhos funcionais importantes e otimizando a relação custo-benefício da assistência. Nesta visão surge o Fisioterapeuta Intensivista ( FI ).

Quem é o Fisioterapeuta Intensivista ?

É profissional que se dedica ao atendimento do paciente crítico, efetuando diagnósticos e terapias cinesio-funcionais. Sua importância é reconhecida na Portaria do MS a qual prevê sua obrigatoriedade em regime exlcusivo de 12 horas nas UTIs. É sua função elaborar o prontuário fisioterapeutico com os diagnósticos e tratamentos funcionais e finalização de alta. Como agente promotor da fisioterapia, deve ser o coordenador dos procedimentos fisioterapeuticos, orientado os componentes das Unidades, sobretudo auxiliares, e sendo o realizador principal dessa atividade.

Titulação- No âmbito de complexidade, a fisioterapia participa do processo na sua integridade o que exige formação específica e competente, impondo-se critérios de Titulação.

Formação e Titulação: As tendências atuais levam a duas formas de titulação direta emitida através do Conselho de Fisioterapia, ou seja, a de especialização em CF-AFIB ou profissionais que comprovem até 2003 5 anos de atuação em UTI.

Objetivos da especialização em FI:

  • Capacitar o fisioterapeuta a utilizar os modernos recursos diagnósticos cinesiológicos funcionais e fisioterapêuticos na prática clínica da Fisioterapia Intensiva;

  • Aprofundar os conhecimentos do fisioterapeuta quanto à administração do Processo Fisioterapêutico, englobando os aspectos diagnósticos, prognósticos e intervencionistas, considerando as ações sinérgicas e cinéticas dos órgãos e sistemas humanos;

  • Capacitar os fisioterapeutas á resolução de intercorrências relacionadas à prática fisioterapêutica

  • Aperfeiçoar o nível de assistência prestada por fisioterapeutas no âmbito da Fisioterapia Intensiva;

  • Favorecer o desenvolvimento da formação científica no campo da Fisioterapia Intensiva, e

  • Formar especialistas designados fisioterapeutas intensivista para abrangência proporcional mercadológica do crescimento nacional das UTIS

É de caráter obrigatório que todos profissionais sejam submetidos a aprovação do SAFI e recomenda-se o ACLS Advanced Cardiologic Life Support para ser portador do título de especilista em FI.

O FI tem a necessidade de conhecer a clinica e as manifestações das doenças nos diversos sistemas para poder interagir melhor no atendimento fisioterapêutico.

Atuação Específica :

  1. Parada-Cárdio-Respiratória : Os procedimentos fisioterapeuticos intensivos podem favorecer fatores que induzam a arritmias. Portanto o fisioterapeuta deve em situações emergenciais iniciar as manobras de reanimação pertinentes incluindo ABCD primário e, na ausência do médico e caracterizada a urgência-emergência, efetuar o A secundário ( intubação orotraqueal ) desde esteja habilitado ( portador do ACLS e Título ). Assistência Ventilatória : refere-se a indicação, acompanhamento e técnica de desmame com avaliação dos principais índices respiratórios como Tobim e PaO2/Fio2. Na prática é essencial a utilização dos ventilômetros, manovacuômetros, e insentivadores;

  2. Transporte intra-hospitalar: deve ser de rotina o acompanhamento do FI no transporte de pacientes dependentes de oxigênio ou ventiladores para exames como tomografia computadorizada e ressonâncias, onde com ventiladores microprocessados de transporte com MICROTAK podem ser de extrema importância em pacientes dependentes de modos ventilatórios volumétricos e peep;

  3. Atendimento emergencial – pronto socorro

Diretrizes curriculares básicas para formação do FI: O projeto pedagógico destinado a formação do FI inclui sua atividade de formação exclusiva no ambiente UTI, com carga horária mínima de 1600 horas, e mínimo de 13 meses, em Unidades que permitam 2 leito / 1especializando e possuam alto grau de complexidade. Curricularmente inclui nas suas disciplinas:

  1. Fisioterapia Pneumo-Funcional Intensiva;

  2. Fisioterapia Neuro-Funcional Intensiva;

  3. Assistência Ventilatória;

  4. Exames Complementares em UTI;

  5. Fisioterapia Cárdio-Vascular Intensiva;

  6. Fisioterapia Músculo-esquelética;

  7. Fisioterapia Nefrológica Intensiva;

Atuação do FI:

Assistência Ventilatória: Inclui a oxigenoterapia e Ventilação mecânica.

  1. Oxigenioterapia: impregada através de catéter, máscara ou ventilação mecânica, deve indicada e acompanhadas através de avaliações gasométricas diárias.

  2. Ventilação Mecânica: - avaliação de força e condição muscular global ( exame fisico; perimetria muscular; manovacuometro e ventilometro para musculatura. Monitorização gráfica em pacientes em VM.

  • Estratégia protetora

  • SARA

  • DPOC

  • AVC

  • TCE

  • VMNI

  • Desmame Ventilatória

Manobras de Higiene brônquica Intensivas

  1. Técnica de Expiração Forçada ( TEF )

  2. Técnica de Vibração

  3. Percussão

  4. Drenagem Postural

  5. Reexpansão pulmonar

  6. Aspiração traqueal

Manobras Motoras Intensivas : Reabilitação da musculatura em pacientes inconscientes e conscientes sem estímulos voluntários através de eletroestimulação (FES), cinesioterapia. Atuação em Escaras de Decubito através de posicionamento, uso de laser terapêutico e manipulação miofascial (quando instalada a lesão). Indicações de Orteses para minimização de disturbios ostio-articulares.

a- Mobilização ativa

b- Mobilização passiva

  1. Posicionamento intermitente

  2. Avaliação da Monitorização Neurológica ( PIC – PPC )

Análise dos Exames Complementares: Conhecimento necessário para interpretar os exames de rotina em UTI (gasometrias, Radiologias Torax, Tomografias, Eletrocardiograma, etc).

Interação Medicamentosa: Interações das principais drogas usadas pela parte médica nos pacientes e suas implicações no atendimento fisioterapêutico.

Humanização: compromisso ético com o familiar e paciente, retratando o atendimento fisioterapêutico e minimizando o sofrimento e melhorar sua condição psico-físico-social.

Atuação na equipe multidisciplinar: auxilia e interage com outros profissionais evidenciando as indicações e contra indicações de suas condutas fisioterapêuticas estabelecendo prioridades em suas intervenções.

Atuação na analgesia: Analgesia muscular (Termoterapia, Crioterapia, Eletroanalgesia) e indicação da sedação, analgesia ou curarização para procedimento fisioterapeutico ou assistência-ventilatória.

Prontuário Fisioterapeutico na Uti

  • Dados do paciente

  • Admissão

  • História Clínica

  • Exame Físico Geral

  • Exame físico Especial ( Sistemas )

  • Hipótese Diagnóstica Fisioterapêutica cinesiológica

  • Tratamento fisioterapeutico funcional

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Piso salarial do fisioterapeuta 2009

O presidente do CREFITO6, Dra. Ricardo Lotif Araújo esteve em Brasília durante esta semana para participar da Comissão de Assuntos Parlamentares do COFFITO, da qual é membro, e também acompanhar o andamento do Projeto de Lei nº 5393/2009, que dispõe sobre a criação de piso salarial nacional do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional.

Este Projeto de Lei altera a Lei n.º 6.316, de 17 de dezembro de 1975, que “Cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional e dá outras providências”, para fixar o piso salarial do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional. O PL prevê o piso salarial de R$ 4.650,00 (quatro mil seiscentos e cinqüenta reais), a ser reajustado.

No dia 1º de julho, o PL foi distribuído para as seguintes Comissões: Seguridade Social e Família; Trabalho, Administração e Serviço Público; Finanças e Tributação e também para a Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania. O Projeto está sujeito à apreciação conclusiva destas Comissões e iniciará tramitação na Comissão de Seguridade Social e Família.

“Estamos lutando com afinco para a melhoria salarial das categorias, gostaríamos que este piso fosse maior, porém ele é passível de reajustes. Assim temos que fortalecer nossos sindicatos e federações para lutarmos por melhorias cada vez mais significativas para a população ter o melhor atendimento possível e nós sermos remunerados condignamente” foi o que disse o Dr. Ricardo Lotif Araújo, presidente do CREFITO-6 e membro da CAP/COFFITO (Comissão de Assuntos Parlametares do COFFITO)

sábado, 7 de novembro de 2009

Fisioterapia em casa

A fisioterapia manaus, uma empresa fundada respeitando os preceitos nos do profissionalismo e ética profissionais, oferece aos clientes uma nova forma de atendimento fisioterapêutico em Manaus aliando a capacidade profissional e comodidade; contamos com uma equipe de 04 fisioterapeutas, especializados e capacitados para a prestação de serviço domiciliar. As consultas são realizadas mediante hora marcada em qualquer bairro da cidade de Manaus.

O Atendimento Domiciliar busca a melhora de vida através dos benefícios proporcionados ao paciente como:

* Maior comodidade;

* Melhor afinidade e contato com o Fisioterapeuta observando as reais dificuldades e as necessidades do paciente em suas atividades da vida diária;

* Recuperação rápida, pois o tratamento é personalizado.



A Fisioterapia Domiciliar utiliza aparelhos portáteis e modernos de fácil transporte, tornando o tratamento em casa semelhante ao de uma clínica fisioterápica com o mesmo custo para o paciente.




Atendemos as seguintes patologias:

- Paciente neurológico(adulto e infantil)

- Paciente oncológico;

-Paciente de pós-operatório ortopédico;

-Paciente cardíaco.

Contato: (92) 81260452/36547877
Nossa Clínica:
AV:Guaranás 19, QD 17, LT ETAPA 1; Cidade Nova I (Antiga Rua Tucuruy).

Consultório:
Edifício Veiralves Business Center. Rua Salvador Nº 120, sala 301
Tel: 33072347/81260452
E-Mail: xavierdaniel@hotmail.com
Home Page: www.fisioterapiamanaus.com.br

A Fisioterapia intensiva

A Fisioterapia intensiva é uma especialidade da fisioterapia cujo objetivo é assistência ao paciente criticamente enfermo em unidades de terapia intensiva (UTI).
O profissional fisioterapeuta intensivista é aquele que , entre muitas funções, efetua manutenção da assistência ventilatória, além de intervenções terapêuticas em pacientes com diversas disfunções de sistemas orgânicos em UTIs.
A especialidade foi iniciada no Brasil pelo médico intensivista Dr. Douglas Ferrari, presidente-fundador da Sociedade Brasileira de Terapia Intensiva (Sobrati).( Projeto Aprovado na Resolução 043 de 17 de abril de 2002 na 98a Plenária realizada nos dias 03 e 04 de abril de 2002, através do primeiro Projeto Nacional com a denominação e estrutura pedagógica da Fisioterapia Intensiva, autor Ferrari D., Instituição Santa Cruz, então coordenador técnico da UTI na época.


Fisioterapia Intensiva: Nova Especialidade e Modelo Educacional

A Fisioterapia dedicada ao paciente crítico tem seu início no mundo na década de 1950 com a crise da poliomielite .
Inicialmente tinha seu enfoque na assistência ventilatória com manuseio dos ventiladores não invasivos chamados de pulmão de aço ( Iron Lung ). Após este período, vem sido incorporada ao atendimento dos pacientes principalmente no aspecto respiratório, a chamada fisioterapia pneumo-funcional, e a neurológica então neuro-funcional. Em 2001, o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional ( COFFITO ) reconhece os primeiros cursos de Fisioterapia Intensiva no Brasil, dando início a conceituação moderna da atuação do fisioterapeuta intensivista, este com atuação exclusiva nas unidades de Terapia Intensiva e Semi-Intensiva.

As Unidades de Terapia Intensiva transformaram-se em serviço especializado de caráter multiprofissional o qual englobou o fisioterapeuta no aspecto de diagnóstico, tratamento e prevenção. Nesta nova perspectiva há necessidade de transformar o profissional, oferecendo-lhe conhecimento teórico e prático para poder oferecer assistência com qualidade e interferir para o bom prognóstico e qualidade pós-internação. Portanto a formação específica em Fisioterapia Intensiva é fundamental e necessária para introduzir o fisioterapeuta definitivamente no tratamento do paciente crítico.

O crescimento da complexidade aliado ao desenvolvimento tecnológico na atenção ao paciente criticamente doente exige uma formação profissional aprofundada, reflexiva e crítica que permita ao fisioterapeuta desenvolver ações assistenciais que o permitam superar os desafios clínicos e funcionais dos pacientes, os quais apresentam quadros clínicos flutuantes, exigindo uma maior complexidade nos processos diagnósticos e terapêuticos de tomadas de decisões.
A assistência ventilatória do paciente crítico, a monitorização ventilo-respiratória, a prevenção dos efeitos decorrentes do repouso prolongado no leito, assim como a atenção dos distúrbios e lesões musculoesqueléticos, neurofuncionais, metabólicos e cardiovasculares imprimem uma gama de conhecimentos que transcende a Fisioterapia Pneumofuncional, apontando para a necessidade do treinamento na área de Fisioterapia Intensiva, especialidade de maior nível de complexidade e que, se devidamente administrada proporciona melhora significativa de indicadores de qualidade assistencial, tais como: morbidade, mortalidade e taxa de permanência, representando ganhos funcionais importantes e otimizando a relação custo-benefício da assistência. Nesta visão surge o Fisioterapeuta Intensivista ( FI ).

Quem é o Fisioterapeuta Intensivista ?
É profissional que se dedica ao atendimento do paciente crítico, efetuando diagnósticos e terapias cinesio-funcionais. Sua importância é reconhecida na Portaria do MS a qual prevê sua obrigatoriedade em regime exlcusivo de 12 horas nas UTIs. É sua função elaborar o prontuário fisioterapeutico com os diagnósticos e tratamentos funcionais e finalização de alta. Como agente promotor da fisioterapia, deve ser o coordenador dos procedimentos fisioterapeuticos, orientado os componentes das Unidades, sobretudo auxiliares, e sendo o realizador principal dessa atividade.

Titulação- No âmbito de complexidade, a fisioterapia participa do processo na sua integridade o que exige formação específica e competente, impondo-se critérios de Titulação.

  • Formação e Titulação: As tendências atuais levam a duas formas de titulação direta emitida através do Conselho de Fisioterapia, ou seja, a de especialização em CF-AFIB ou profissionais que comprovem até 2003 5 anos de atuação em UTI.
Objetivos da especialização em FI:

• Capacitar o fisioterapeuta a utilizar os modernos recursos diagnósticos cinesiológicos funcionais e fisioterapêuticos na prática clínica da Fisioterapia Intensiva;
• Aprofundar os conhecimentos do fisioterapeuta quanto à administração do Processo Fisioterapêutico, englobando os aspectos diagnósticos, prognósticos e intervencionistas, considerando as ações sinérgicas e cinéticas dos órgãos e sistemas humanos;
• Capacitar os fisioterapeutas á resolução de intercorrências relacionadas à prática fisioterapêutica
• Aperfeiçoar o nível de assistência prestada por fisioterapeutas no âmbito da Fisioterapia Intensiva;
• Favorecer o desenvolvimento da formação científica no campo da Fisioterapia Intensiva, e
• Formar especialistas designados fisioterapeutas intensivista para abrangência proporcional mercadológica do crescimento nacional das UTIS

É de caráter obrigatório que todos profissionais sejam submetidos a aprovação do SAFI e recomenda-se o ACLS Advanced Cardiologic Life Support para ser portador do título de especilista em FI.

O FI tem a necessidade de conhecer a clinica e as manifestações das doenças nos diversos sistemas para poder interagir melhor no atendimento fisioterapêutico.

Atuação Específica :
a. Parada-Cárdio-Respiratória : Os procedimentos fisioterapeuticos intensivos podem favorecer fatores que induzam a arritmias. Portanto o fisioterapeuta deve em situações emergenciais iniciar as manobras de reanimação pertinentes incluindo ABCD primário e, na ausência do médico e caracterizada a urgência-emergência, efetuar o A secundário ( intubação orotraqueal ) desde esteja habilitado ( portador do ACLS e Título ). Assistência Ventilatória : refere-se a indicação, acompanhamento e técnica de desmame com avaliação dos principais índices respiratórios como Tobim e PaO2/Fio2. Na prática é essencial a utilização dos ventilômetros, manovacuômetros, e insentivadores;
b. Transporte intra-hospitalar: deve ser de rotina o acompanhamento do FI no transporte de pacientes dependentes de oxigênio ou ventiladores para exames como tomografia computadorizada e ressonâncias, onde com ventiladores microprocessados de transporte com MICROTAK podem ser de extrema importância em pacientes dependentes de modos ventilatórios volumétricos e peep;
c. Atendimento emergencial – pronto socorro

Diretrizes curriculares básicas para formação do FI: O projeto pedagógico destinado a formação do FI inclui sua atividade de formação exclusiva no ambiente UTI, com carga horária mínima de 1600 horas, e mínimo de 13 meses, em Unidades que permitam 2 leito / 1especializando e possuam alto grau de complexidade. Curricularmente inclui nas suas disciplinas:
1. Fisioterapia Pneumo-Funcional Intensiva;
2. Fisioterapia Neuro-Funcional Intensiva;
3. Assistência Ventilatória;
4. Exames Complementares em UTI;
5. Fisioterapia Cárdio-Vascular Intensiva;
6. Fisioterapia Músculo-esquelética;
7. Fisioterapia Nefrológica Intensiva;

Atuação do FI:
Assistência Ventilatória: Inclui a oxigenoterapia e Ventilação mecânica.
a. Oxigenioterapia: impregada através de catéter, máscara ou ventilação mecânica, deve indicada e acompanhadas através de avaliações gasométricas diárias.
b. Ventilação Mecânica: - avaliação de força e condição muscular global ( exame fisico; perimetria muscular; manovacuometro e ventilometro para musculatura. Monitorização gráfica em pacientes em VM.
• Estratégia protetora
• SARA
• DPOC
• AVC
• TCE
• VMNI
• Desmame Ventilatória
Manobras de Higiene brônquica Intensivas
a. Técnica de Expiração Forçada ( TEF )
b. Técnica de Vibração
c. Percussão
d. Drenagem Postural
e. Reexpansão pulmonar
f. Aspiração traqueal
Manobras Motoras Intensivas : Reabilitação da musculatura em pacientes inconscientes e conscientes sem estímulos voluntários através de eletroestimulação (FES), cinesioterapia. Atuação em Escaras de Decubito através de posicionamento, uso de laser terapêutico e manipulação miofascial (quando instalada a lesão). Indicações de Orteses para minimização de disturbios ostio-articulares.
a- Mobilização ativa
b- Mobilização passiva
a. Posicionamento intermitente
b. Avaliação da Monitorização Neurológica ( PIC – PPC )
Análise dos Exames Complementares: Conhecimento necessário para interpretar os exames de rotina em UTI (gasometrias, Radiologias Torax, Tomografias, Eletrocardiograma, etc).
Interação Medicamentosa: Interações das principais drogas usadas pela parte médica nos pacientes e suas implicações no atendimento fisioterapêutico.
Humanização: compromisso ético com o familiar e paciente, retratando o atendimento fisioterapêutico e minimizando o sofrimento e melhorar sua condição psico-físico-social.
Atuação na equipe multidisciplinar: auxilia e interage com outros profissionais evidenciando as indicações e contra indicações de suas condutas fisioterapêuticas estabelecendo prioridades em suas intervenções.
Atuação na analgesia: Analgesia muscular (Termoterapia, Crioterapia, Eletroanalgesia) e indicação da sedação, analgesia ou curarização para procedimento fisioterapeutico ou assistência-ventilatória.

Prontuário Fisioterapeutico na Uti
• Dados do paciente
• Admissão
• História Clínica
• Exame Físico Geral
• Exame físico Especial ( Sistemas )
• Hipótese Diagnóstica Fisioterapêutica cinesiológica
• Tratamento fisioterapeutico funcional

Sites:
www.coffito.org.br
www.medicinaintensiva.com.br

Escrito por: Dr.Douglas Ferrari

sábado, 31 de outubro de 2009

I CONGRESSO INTERNACIONAL DE FISIOTERAPIA DA AMAZÔNIA É com imensa satisfação que anunciamos o I CONGRESSO INTERNACIONAL DE FISIOTERAPIA DA AMAZÔNI

I CONGRESSO INTERNACIONAL DE FISIOTERAPIA DA AMAZÔNIA




É com imensa satisfação que anunciamos o I CONGRESSO INTERNACIONAL DE FISIOTERAPIA DA AMAZÔNIA, um evento único, como jamais realizado na Região Norte. Uma grande conquista da Fisioterapia.

Com os olhos do mundo voltados para a Amazônia, já era tempo de também a Fisioterapia atrair a atenção em prol de seu desenvolvimento e expansão em terras amazônicas. Com o estrondoso crescimento do número de profissionais e acadêmicos de Manaus e região, surgiu também a necessidade de se promover a união de todos por um único objetivo: fazer com que a profissão ganhe novo fôlego e se renove através da oportunidade de estar em contato com os grandes nomes da fisioterapia das diversas áreas sem ter que se deslocar para os grandes centros de outras regiões do país.

Ver congregados os mais renomados profissionais de outros Estados, que alavancam a Fisioterapia no Brasil, e também de outros Países, com competentes profissionais que lutam pela área na Região, é uma experiência que não se deve deixar passar em branco. É um grande acontecimento que deve ser presenciado por todos os amantes da área, para que a Fisioterapia cresça, tome forma e dê um grande salto para um caminho mais claro e preciso. Além disso, conquistamos para o Congresso apoios importantes, que podem fazer a diferença.

Evento científico de grande expressão, o Congresso cumprirá atualizar informações e novidades aos profissionais e acadêmicos, além de tratar a Fisioterapia em seus diversos campos de atuação e amplas abordagens, colaborando para que o fisioterapeuta tenha uma melhor direção a respeito da área que quer seguir.

Com um importante papel social e responsabilidade na reabilitação, conduzindo a esperança de muitas vidas, a Fisioterapia deve ser levada a sério em todos os seus níveis. Por isso a relevância do Congresso.

Manaus irá sediar a I edição do evento, que ocorrerá nos amplos e imponentes salões do Tropical Hotel, em meio às belezas naturais da Amazônia. Esperamos poder contar com o apoio e a presença em massa de todos os profissionais e acadêmicos a fim de que o sonho deixe de ser apenas sonho. A Fisioterapia não pode e nem deve mais ser apenas uma sombra de outras profissões, aparecendo apenas em eventos menores com pequenos espaços dedicados a ela. Não se deve negligenciar a Fisioterapia, nem renegá-la a um segundo plano. Queiram ser grandes. A realidade é o que se pode construir no momento em que as oportunidades aparecem.

Nós todos nos veremos lá: de 14 a 17 de julho de 2010 em uma união que pode romper barreiras. A Região Norte estava há algum tempo merecendo. Afinal, todos trabalhamos arduamente para sermos reconhecidos.

Apresentem seus trabalhos, mostrem sua força, compareçam!!!
Inscrição: www.fisioterapiamanaus2010.com.br

domingo, 25 de outubro de 2009

O contexto atual da fisioterapia em Manaus.

O contexto atual da fisioterapia em Manaus.

Constantemente sou abordado por ex-alunos, alunos e colegas de trabalho acerca de duas questões fundamentais:

  1. Como está o mercado de trabalho em Manaus e o que fazer para ser inserido?
  2. O que fazer para alcançar o tão almejado sucesso?

A primeira vista, a resposta parece simples e direta, entretanto, tão logo começamos aquele velho e batido discurso sobre a necessidade de atualização constante, do relevante papel da especialização e blábláblá... Deparamos-nos com questões muito mais complexas e a angústia e incerteza se faz presente no semblante destes interlocutores.

Uma condição que normalmente é preterida em favor de tantas outras, é o fato de que a vida profissional se inicia invariavelmente durante a graduação.

Os preceptores, professores, orientadores e coordenadores, normalmente são o elo de ligação mais consistente e próximo destes futuros profissionais com o mercado de trabalho; e as possibilidades são imensas...


Texto redigido na íntegra: http://www.webartigos.com/articles/15641/1/o-contexto-atual-da-fisioterapia-em-manaus/pagina1.html

Autor: Daniel Xavier

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Na semana comemorativa aos 35 anos da FCECON, a fisioterapia esteve presente com palestras ministradas a acadêmicos, profissionais da fundação e pacientes.
Representando um marco, a fisioterapia não contava com um espaço tão grande até o ano passado.
Com a modificação da mentalidade geral e quebrando o paradigma câncer-morte, a fisioterapia apresenta-se como uma potente terapia no incremento da qualidade de vida aos pacientes oncológicos.
Agradecemos a todos que hoje reconhecem a fisioterapia oncológica como relevante no cuidado oncológico e em especial aos diretores do ensino e pesquisa por reconhecerem nosso trabalho realizado.

domingo, 18 de outubro de 2009

A importância da fisioterapia oncológica

A importância da fisioterapia oncológica

Desde alguns anos que há uma grande preocupação de todas as equipas multidisciplinares, médicos, enfermeiros, técnicos e fisioterapeutas, no tratamento e acompanhamento do doente oncológico. Graças à investigação cientifica e investimento feito nesta área, e campanhas de sensibilização para o diagnostico precoce, que toda a abordagem no tratamento do doente oncológico é bem diferente daquela que se fazia há uns anos atrás.

As abordagens cirúrgicas são essencialmente conservadoras e as terapias adjuvantes cada vez mais direccionadas ao tipo de tumor, sendo que a sobrevida e qualidade de vida dos doentes é mais longa e eficaz.

Mesmo assim, por vezes o doente percorre um caminho longo e doloroso. A cura é em muitos casos total e noutros a sobrevida bem maior.

A Fisioterapia oncológica tem cada vez mais um papel fundamental e oportuno.

A actuação do fisioterapeuta começa logo quando o doente é encaminhado pelo médico na fase pré-operatória, podendo e devendo prevenir uma série de complicações pela sua actuação:

  • Melhorando as capacidades ventilatorias
  • Ensino da tosse
  • Cuidados a ter e conselhos de higiene
  • Alivio da dor, corrigindo posturas e aconselhando posturas.

Tendo o fisioterapeuta conhecimentos profundos das patologias oncológicas e sabendo as limitações hematológicas que advêm dos tratamentos de quimioterapia, avalia e estabelece um plano de tratamento e seguimento do doente ao longo do seu percurso de tratamento, incidindo a sua actuação nos seguintes problemas:

  • Alterações funcionais e articulares, com exercícios activos e dinâmicos, para ganhar o mais breve possível todas as amplitudes articulares
  • Nas alterações musculares e tendinosas, com massagem e técnicas de relaxamento
  • Nas retracções cicatriciais, com abordagens especificas para cicatrizes, fibroses e retracções
  • Nas alterações respiratórias e posturais, com cinesioterápia respiratória
  • No alivio da Dor
  • Nas alterações vasculares e neurológicas
  • No aconselhamento nos cuidados a ter
  • Na prevenção e tratamento do Edema linfático, com drenagem linfática manual e uso de posturas facilitadores do retorno linfático, bandas multi-camadas e contenção elástica
  • No treino de equilíbrio e Marcha
  • Nas orientações a dar aos familiares nos cuidados a ter.

A principal meta da fisioterapia oncológica é mostrar ao doente a necessidade de retomar as suas actividades diárias, dando-lhe confiança e certezas quanto ao futuro.

Esta é uma pequena amostra do que o fisioterapeuta pode fazer para minimizar e ajudar o doente oncológico.

Autor:Conceição ·
http://www.asuafisioterapeuta.com/2008/a-importancia-da-fisioterapia-oncologica/

sábado, 17 de outubro de 2009

Tributo da SOBRATI ao fisioterapeuta

13 DE OUTUBRO

DIA DO FISIOTERAPEUTA

Os fisioterapeutas e a população de todo o país comemoram neste ano de 2009 os 40 anos da fisioterapia no Brasil. A SOBRATI parabeniza todos os profissionais que empenham-se na recuperação, reabilitação não só física, mas da auto-estima e dignidade de muitos pacientes que passaram e passam momentos fundamentais das suas vidas em tratamento com a ciência da reabilitação, da terapêutica e do diagnóstico funcional. A Sociedade Brasileira de Terapia Intensiva sente-se honrada em ter participado com o egrégio COFFITO da criação da Fisioterapia Intensiva, um modelo para o Brasil e para o mundo.

" A Fisioterapia Brasileira é um orgulho para toda Nação "

Nas Mãos que tratam ...

No paciente que reconquista ...

Na jovem e dinâmica profissão ...

O fisioterapeuta presente na vida do idoso ...

Do jovem ...

Da criança ...

Do Neonato ...

" FISIOTERAPIA, A CIÊNCIA E A ARTE DE CURAR COM AS MÃOS "

sábado, 10 de outubro de 2009

Fisioterapia e o futebol

Daniel Xavier - Fisioterapeuta do asa futebol clube


Ratificando as grandes conquistas de fisioterapia, muito embora caminhamos com alguns retrocessos, mas constantemente, quebramos barreiras e conquistamos nosso espaço com esforço, profissionalismo e dedicação.


O futebol profissional do Amazonas ainda está engatinhando rumo ao profissionalismo, entretanto, construidos sob bases sólidas, vem ultrapassando obstáculos e inovando.

Uma das maiores demonstrações é advinda do acompanhamento do fisioterapeuta durante as partidas de futebol profissional. Fato este observado apenas em alguns times mais expressivos do futebol brasileiro.

Com o pronto-atendimento em campo, agimos de forma a previnir lesões que de outra forma poderiam agravar, desfalcando a equipe em pleno campeonato e prejudicando o bom andamento nas competições futuras.

O pronto atendimento dentro do campo

Em consonância com a equipe técnica e com a equipe médica, o fisioterapeuta apresenta-se como um instrumento poderoso na preparação de atletas de alto nível.

O acompanhamento estreito, favorece as atividades pré e pós jogo uma vez que antes da partida aquece e alonga os principais grupos musculares, preparando-os para a atividade extenuante; Já no pós-jogo, previnindo possíveis complicações, avaliando riscos de lesões e principalmente, trabalhando no repouso e na recuperação dos atletas.

De fato, o caminho a ser percorrido ainda é longo e por vezes tortuosos, mas felizmente ainda não perdemos a capacidade de lutar com idoniedade pelo nosso espaço, nem tão pouco entorpecemos nossos corações, congelado na mesmice.

Escrito por: Daniel Xavier - Fisioterapeuta do ASA futebol clube e amigos do Jacaré FC.

www.fisioterapiamanaus.com.br