O site da Fisioterapia em Manaus

Vídeo da clínica de reabilitação funcional de Manaus

domingo, 12 de julho de 2009

Reabilitação do joelho

Inovações no tratamento para reabilitação de joelho

CPD – Circuito proprioceptivo diferencial

Nas fases da reabilitação de lesões do joelho, o tratamento proprioceptivo, o equilíbrio e a coordenação são imprescindíveis para a preparação da articulação para seu pleno desenvolvimento funcional, para tanto dispomos em nossa clínica dos recursos mais inovadores existentes hoje no mercado.


As quatro placas de CPD fornecem ao fisioterapeuta inúmeras possibilidades na abordagem de tratamentos proprioceptivos, de coordenação e equilíbrio de membros inferiores;
O *CDP *foi projetado para estimular os vários graus de movimento do antepé e equilíbrio corporal durante a marcha;

Cada obstáculo fornece um determinado tipo de situação biomecânica ao(s)membro(s) afetado(s) e o fisioterapeuta saberá direcionar o paciente à aqueles que geram um trabalho mais específico;

** Propriocepção - foi o termo cunhado por Charles Sherrington para a capacidade em reconhecer a localização espacial do corpo, sua posição e orientação, a força exercida pelos músculos e a posição de cada parte do corpo em relação às demais, sem utilizar a visão. Este tipo específico de percepção permite a manutenção do equilíbrio e a realização de diversas atividades práticas. Resulta da interação das fibras musculares que trabalham para manter o corpo na sua base de sustentação, de informações táteis e do sistema vestibular, localizado no ouvido interno, responsável pelo equilíbrio.



Mais informações: http://www.fisioterapiamanaus.com.br/

sábado, 11 de julho de 2009

Dor nos joelhos


POR QUE MEU JOELHO DÓI NO FRIO?

Muitas pessoas sentem dores nas articulações quando a temperatura do ambiente diminui, no entanto não sabem porque isso ocorre.


Isso pode ser explicado basicamente por dois fatores. O primeiro, está relacionado com a alteração das propriedades físicas dos fluídos que compõem o corpo humano. Por exemplo o líquido que lubrifica as articulações (sinovial) fica mais espesso, dificultando o deslizamento articular, causando mais desconforto doloroso em pessoas portadoras de osteoartrose.


O segundo, está relacionado com os mecanismos que o próprio corpo desenvolve para tentar diminuir o efeito do frio sobre o nosso organismo. Aqui se enquadram as contrações musculares rápidas e involuntárias (tremores) que buscam produzir mais calor e têm como conseqüência a tensão e fadiga muscular e sobrecarga nos tendões.


O aumento da taxa metabólica para aumentar a produção interna de calor exige um maior consumo de energia, o que também leva à fadiga, caso a pessoa não se alimente corretamente (por isso a fome aumenta no inverno). Ao mesmo tempo, a redução do fluxo sanguíneo na superfície do corpo (mãos e pés ficam gelados) para evitar a perda de calor, diminui a oferta de oxigênio para os tecidos, dificultando a agilidade e a potência da musculatura.


Um programa de atividades físicas específicas no tempo frio, pode otimizar a irrigação sanguínea, aumentar o controle muscular (propriocepção) e a flexibilidade. Na Fisioterapia Yeda Bellia, o treino no Power Plate ajuda a aumentar a circulação sanguínea em até 70%, além de melhorar a propriocepção com risco mínimo de lesão.


O Laser também permite o aumento da irrigação sanguínea no ponto doloroso, mesmo em casos crônicos. Ajuda no alívio da dor e do edema na articulação. Pode ser utilizado em casos de artrite reumatóide, osteoartrite, bursite, neurite e espasmos musculares.
http://www.yedabellia.com.br/textos/porque_meu_joelho_doi_no_frio.php

sábado, 20 de junho de 2009

Treinamento avançado em Ventilação mecânica e em Fisioterapia intensiva.

Treinamento avançado em Ventilação mecânica e em Fisioterapia intensiva.

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Características:O treinamento irá se desenvolver integralmente dentro do ambiente da uti da FCECON/AM.Grupos de 05 alunos com carga horária de 30 horas aula divididos em 20 horas prática e 10 horas iniciais teóricas.


Tópicos abordados:

Ventilação mecânica, interpretação de exames, gasometria, fisioterapia intensiva, avaliação de paciente internado na UTI, o papel do fisioterapeuta, tópicos avançados em ventilação mecânicas, manobras na ventilação mecânica, desmame e extubação.


Início: Primeira semana de Julho dia 01/julho/2009.O treinamento acontecerá 01 grupo por semana das 13:00 – 17:00 de segunda a sexta-feira e sábado subsequente(aula teórica).


Investimento: 400,00 acadêmicos e 450,00 profissionais formados.


Contato: 92-81260452 (Daniel Xavier)

xavierdaniel@hotmail.com

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Clínica de fisioterapia em Manaus

Com uma equipe especializada em fisioterapia neurológica, oferecemos nossos serviços tanto em nossa clínica como no sistema de Home-Care. Uma inovação da fisioterapia em manaus, constamos com uma estreita relação com os melhores neurologistas de Manaus.

A fisioterapia neurológica é uma especialidade que trata as doenças que envolvem os sistemas nervoso e central e acometem crianças (acima de dois anos) e adultos.

Esse tipo de fisioterapia é indicado para pacientes com paralisia cerebral, síndromes neurológicas e vítimas de acidentes vasculares cerebrais (derrames).

O campo da neurologia engloba uma grande variedade de doenças e lesões que podem afetar parte do Sistema Nervoso Central (SNC) ou Sistema Nervoso Periférico (SNP). Inclui doenças genéticas, como a Distrofia Muscular (DM), a Paralisia Cerebral (PC); inclui enfermidades de origem desconhecida como a Esclerose Múltipla (EM), Mal de Parkinson, Doença de Alzheimer; Doenças degenerativas como: Atrofia Cerebelar, Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), tumores. Outras patologias surgem subitamente, desencadeadas por eventos internos do próprio organismo, como é o caso do Acidente Vascular Cerebral (AVC), conhecido por "derrame", e também trauma conseqüente de ferimentos por objetos cortantes, acidentes com arma de fogo, lesão cerebral ou medular (TCE e TRM).


O planejamento das sessões é definido após uma avaliação minuciosa do paciente, para que o fisioterapeuta tenha conhecimento do grau de acometimento e assim determinar as metas para o tratamento que, geralmente são em longo prazo, incluem a normalização do tônus muscular, estabilidade de tronco, alongamentos, fortalecimentos, estimular percepção corporal e postural, equilíbrio, coordenação, treinar marcha, orientações quanto às atividades da vida diária, dessa forma melhorando a qualidade de vida do paciente e reintegrando-o à sociedade.

Localização:

Endereço da clínica:AV:Guaranás 19, QD 17, LT ETAPA 1; Cidade Nova I (Antiga Rua Tucuruy).

Próximo ao Colégio Casimiro de Abreu

CEP:69090-110

E-Mail: xavierdaniel@hotmail.com

Agendamento de consultas:(92) 81260452 / (92)36417276



sexta-feira, 12 de junho de 2009

Reabilitação de LCA - protocolo

1ª Fase
Corresponde à 1ª semana do pós-operatório, e tem como objectivos controlar a dor e o edema, obter uma boa mobilidade da articulação patelo-femoral, atingir uma flexão do joelho entre 75ºa 90º e obter controle neuro-motor do quadriceps. Nesta fase a prioridade é conseguir a extensão completa do joelho.

No que respeita aos procedimentos efetuados para atingir os objetivos propostos, e de uma forma resumida, teremos:
Ao 5ºdia – Posicionamento a 0º de extensão, no 1º dia (alongamento possível dentro da amplitude
disponível sem dor)

Criocast ou R.I.C.E.S feita no bloco operatório

Controle da dor através de cateter epidural

Repouso com elevação do membro, alternando com crioterapia e tala de mobilização passiva contínua ou Continuous Passive Motion (CPM) dos 0-90º até à alta hospitalar.

5º- 8º dia – Já após a alta hospitalar:

Mobilização da articulação patelo-femoral

Exercícios de flexão/extensão da tíbio-társica com o membro elevado

Mobilização passiva em cadeia cinética aberta (CCA)

Marcha sem carga, mas com apoio – treino com 2 auxiliares de marcha

Treino de propriocepção em cadeia cinética fechada (CCF) com bola e na parede

Co-contracções do quadricipete e isquio-tibiais, na posição de sentado, com a perna
extendida

Treino de controlo neuro-motor (Bio-feedback e electro-estimulação)


2ª Fase

Corresponde ao período entre a 2ª e 3ª semanas, e tem como objectivos obter o controle do edema, das amplitudes articulares passivas de extensão/flexão 0º/100º-115º e ativas de 0/ 90º, marcha com carga parcial maior que 50% do peso corporal, com o auxílio de uma canadense a retirar no final da fase, força muscular que não ultrapasse um deficit de 60% no quadriceps e 35% nos ísquio-tibiais, quando comparados com o membro são; assim como um aumento na propriocepção.

No que se refere aos procedimentos efetuados, do 8º ao 21º dia, teremos:
·Repetição dos procedimentos anteriores
·Técnicas específicas para aumento de amplitude articular
· Fortalecimento manual e com pesos em CCF
· Electroestimulação do quadriceps
· Fortalecimento e alongamentos dos isquiotibias
· Treino de propriocepção com tábuas de balanço
· Treino de marcha até largar os auxiliares
O fortalecimento muscular é feito inicialmente através de contracções isométricas do quadriceps e dos ísquio-tibiais a 0º, 30º, 60º e 90º e seguidamente através de resistência manual, insistindo nas co-contracções do quadriceps/isquiotibiais (Qt/IsqT) tendo atenção ao arco de movimento ativo de flexão para extensão dos 100º aos 45º para não causar demasiada tensão na plastia (NORONHA, 2000).

3ª Fase

Corresponde ao período entre a 4ª e a 6ª semanas, e tem como objectivos manter o edema
controlado, obter as amplitudes articulares passivas de extensão/flexão de 0/120º-135º e
activas de 0/120º, aumentar a força muscular até obter apenas um deficit que não ultrapasse
os 40% no quadricípete e os 20% nos ísquio-tibiais, quando comparados com o membro são, e
aumentar a propriocepção e estabilidade dinâmica, bem como evitar stress na plastia; no
decorrer desta fase deve ser conseguida uma marcha normal com 100% de carga e sem
substituições.
No final da 3ª fase o neo-ligamento encontra-se no final do período de necrose, fazendo a sua
transição para o período de sinovialização; razão pela qual todos os esforços adicionais devem
ser introduzidos mediante a resposta inflamatória.
· No que respeita aos procedimentos efectuadas, do 21ºdia ao mês e meio, teremos:
· Repetição dos procedimentos anteriores, necessários
· Treino de estabilização bipodal, equilíbrio e marcha
· Step-ups, mini-squats e bicicleta com início ao mês
· Exercícios em CCF em carga total
· Trabalho de estabilização da musculatura da cintura pélvica
· Nesta fase é importante conseguir umas amplitudes articulares quase totais E/F=
0º/135º e uma carga total do membro. Especial importância é dada aos exercícios em CCF,
como sistema de potêncialização do quadricipete e dos isquio-tibiais.

Site: www.fisioterapiamanaus.com.br